U2 lidera paradas com novo álbum e chega onde nenhuma banda havia alcançado

Songs of Experience, o recém-lançado álbum dos irlandeses do U2, chegou para elevar o status de lenda da banda. O disco chegou ao número 1 das paradas da Billboard e, além desta já notável conquista, fez a banda ser a única da história a liderar os charts pelo menos uma vez nas décadas de 1980, 1990, 2000 e 2010.
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Apesar de ser a primeira banda a atingir este recorde, outros três artistas solo também tiveram discos número 1 nestas quatro décadas: Janet  Jackson, Bruce Springsteen e Barbra Streisand.

De acordo com dados da Nielsen Music, que abastecem e formam o ranking Billboard 200, o álbum vendeu 186 mil unidades em sua primeira semana. Com isso, Songs of Experience é o maior disco de rock na liderança das paradas desde que o Metallica lançou Hardwired… To Self-Destruct, que vendeu 291 mil unidades, no começo de dezembro de 2016.

O ranking da Billboard 200 ranqueia os álbuns mais populares da semana nos Estados Unidos, baseando-se no consumo conjunto de venda de unidades físicas, vendas de faixas online e execuções em streaming.

As vendas de Songs of Experience tiveram uma ajuda de vendas casadas de ingressos para shows e o álbum. A nova turnê da banda começa em maio. O novo disco é uma continuação de Songs of Innocence, de 2014, que foi oferecido aos usuários do iTunes, da Apple.

A última vez em que o U2 havia liderado as paradas foi em 2009, com No Line on the Horizon, que vendeu 484 mil álbuns na primeira semana. Os outros discos que chegaram ao número 1 são: How to Dismantle an Atomic Bomb (2004), Pop (1997), Zooropa (1993), Achtung Baby (1991), a trilha sonora de Rattle and Hum (1988) e The Joshua Tree (1987).

O U2 é o sexto artista com mais álbuns número 1 da história, empatado com Kenny Chesney e Madonna - contando apenas bandas, pularia para o terceiro lugar. Os Beatles seguem na liderança (com 19), seguidos por Jay-Z (14), Bruce Springsteen e Barbra Streisand (11 cada), Elvis Presley (10) e Garth Brooks e Rolling Stones (9 cada). Ficaram para trás, com 7: Paul McCartney/Wings, Led Zeppelin, Kanye West, Janet Jackson, Eminem, Drake e Kenny Chesney.

 
Fonte: UOL

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Songs of experience: o U2 traz a receita do elixir da juventude

A juventude é uma obsessão para o U2, banda irlandesa que começou sua caminhada rumo aos ouvidos e corações do planeta em 1980, com um disco (Boy) cuja capa era o retrato de um garotinho. Trinta e sete anos depois, estes senhores à beira do sessentismo lançam nesta sexta-feira, 1º de dezembro, Songs of experience, seu 14º álbum, no qual buscam, em seus próprios eus dos 20 e tantos anos, a vitalidade para fazer voar um punhado de canções reflexivas e poéticas (na capa deste, os adolescentes são o filho do cantor Bono e a filha do guitarrista Edge).
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A boa notícia é que esta coleção de 13 faixas, com discretas porém estelares participações especiais, é bem mais consistente que a do álbum anterior, o disco-irmão Songs of innocence, que eles deram de graça, via iTunes, em 2014, para quem queria e quem não queria.

O que a experiência parece ter ensinado aos integrantes do U2 é que, se eles perseguirem os grupos de sucesso do rock atual (que, em boa parte, os têm em seu DNA), vão acabar, mais dia menos dia, esbarrando em si mesmos, e no seu passado.

Songs of experience é, da abertura ao encerramento, o que se poderia chamar de um disco clássico do U2. Passagens atmosféricas, partes épicas, o rock comendo quando se precisa dele, Bono sem amarras e The Edge com suas abstrações sônicas que saem aparentemente sem que ele faça força. Tudo, com faixas que passam por cada uma das transformações que o grupo sofreu ao longo da carreira.

Mesmo livre da padronização de produção que pôs Songs of innocence a perder, o novo disco, verdade seja dita, demora um pouco a engrenar. Lights of home, que conta com participação vocal das irmãs do Haim, começa a animar, com sua pegada Black Keys e uma parte de tempero gospel. You’re the best thing about me mantém o clima rock em cima, avançando para Get out your own way, aquilo que alguém mais mal-humorado poderia chamar de hino motivacional, mas que no fim das contas bate nas caixas de som como aquela música que os Killers teriam vendido a alma para conseguir fazer. Versos de inspiração bíblica, do rapper Kendrick Lamar, atravessam o fim da faixa e entram pela seguinte, American soul, rock de verdade, juvenil, como o U2 não faz há um bom tempo.

Sensual, com Lady Gaga no apoio vocal, Summer of love fala da “costa oeste, não aquela que todos conhecem” (quer dizer, não a Califórnia, mas a costa oeste do Mar Mediterrâneo, com seus barcos de refugiados). A balançada Red flag day segue pelo tema do mar, mas como metáfora para os riscos que se deve correr na vida. E aí ela dá lugar para a primeira grande faixa do disco, The showman (little more better), em que o U2 se serve do rock dos anos 1950 para mostrar a excelência de sua composição e execução. Na sequência, The little things that gave you away (mais lenta, daquelas que o Coldplay invejará até o fim dos tempos) e a apaixonada Landlady são achados de letra e música, vitórias da simplicidade e da emoção.

Com um sinistro groove disco que a liga a sua própria Discotheque (e com mais de uma menção a Donald Trump), The blackout puxa o fôlego final de Songs of experience. Love is bigger than anything in its way surpreende com um dos mais potentes refrãos da história (aliado a uma demonstração de energia percussiva para humilhar qualquer Bastille) e 13 (there is a light) fecha o álbum em sua versão normal (a deluxe tem mais quatro faixas) com aquele chamado à luz, à transcendência, e os lapidares versos finais: “E essa é uma canção, uma canção para alguém, para alguém como eu”, que se ligam a Song for someone, do disco anterior. Mas pode esquecer o que eles fizeram em 2014: tudo indica que, enfim, a experiência deu ao U2 a receita do elixir da juventude.


Fonte: O Globo

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Songs of Experience, o novo amanhecer do U2

Com lançamento previsto para 1º de dezembro, Songs of Experience, o acompanhamento de Songs of Innocence de 2014, é um brilho de esperança em meio ao horror escurecido em todo o planeta.
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Antes da performance da banda para o MTV European Music Awards - na noite de 11 de novembro, em Londres (veja fotos aqui) - The Edge e Adam Clayton responderam algumas perguntas sobre o novo álbum do U2 e o envolvimento de Bono no Paradise Papers - o vocalista não atendeu a mídia antes da apresentação para preservar sua voz.

"É complicado (sobre o Paradise Papers)", respondeu The Edge. "Entendemos por que as pessoas estão bravas com o sistema do modo como está. Definitivamente precisa de uma revisão. Mas, infelizmente, houve uma série de imprecisões relatadas inicialmente e, neste momento, há advogados envolvidos, então vamos ver como isso irá ficar".

Sobre o novo álbum, ele acrescentou: "É extremamente pessoal e bastante político. É bastante interno".
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"Songs of Experience foi adiado para fazermos os shows de Joshua Tree", disse Adam. "Tocaremos algumas das novas músicas com uma orquestra na BBC na próxima semana".

A faixa American Soul é particularmente anti-Trump. The Edge disse que "ignorar o que estava acontecendo com Trump seria estranho".

"É óbvio que a democracia às vezes eleva resultados surpreendentes e você tem que respeitar o resultado quando é favorável a você, bem como quando é contra. Mas acho que em termos de valores e ideais diferimos tão fundamentalmente do que o Presidente Trump está avançando e os sentimentos que ele está colocando e de quem ele está procurando obter apoio. É política de medo do tipo mais cínico".

"Não queremos necessariamente ficar tão envolvidos na resistência a sua presidência. O que queremos fazer é apenas continuar avançando com as questões que nos preocupam".

"Eu estava muito, muito inspirado pelo que alguns dos governadores e prefeitos na América disseram em resposta a tirar os Estados Unidos do Acordo de Paris: 'Apoiamos o Acordo de Paris de qualquer maneira. Simplesmente não nos importa o que o presidente diz'. Esse é o espírito com o qual iremos avançar".

O U2 recebeu o prêmio "Ícone Global" no domingo, 12, no MTV European Music Awards. Quando parte da apresentação gravada no dia anterior foi transmitida (veja fotos aqui).
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Fonte: Independent.ie

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U2 pede a líder de Mianmar que acabe com violência contra os rohingya

A banda irlandesa U2 pediu neste sábado, 11 de novembro, à líder de Mianmar, a ganhadora do prêmio Nobel da Paz Aung San Suu Kyi, que lute contra a violência das forças de segurança de seu país para acabar com as "terríveis atrocidades" cometidas contra os muçulmanos de etnia rohingya.
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Em comunicado divulgado hoje, os músicos, liderados pelo vocalista Bono, afirmam que tentaram, sem sucesso, entrar em contato várias vezes com a Nobel da Paz para lhe pedir que interrompa o ciclo de violência contra os rohingyas, que se viram obrigados a fugir para Bangladesh.

"Gostaríamos de falar com ela nesta semana, mas parece que este pedido não vai se concretizar agora", afirmou o U2, que acrescentou que "a violência e o terror contra a população rohingya são atrocidades terríveis e que é preciso detê-las".

"Como disse Martin Luther King: a última tragédia não é a opressão e a crueldade por parte de gente má, mas o silêncio das pessoas boas. Já passou da hora de ela mostrar firmeza e falar", ressaltou o grupo de rock na nota.

"Além disso, acreditamos que não podemos dirigir nossa decepção apenas em sua direção, mas também aos responsáveis pelos atos de violência", concluiu a banda.

Aung San Suu Kyi foi alvo de críticas de organizações internacionais por não condenar as medidas das forças de segurança de seu país contra esta minoria muçulmana.

Desde a explosão da violência em agosto, mais de 600 mil integrantes desta minoria muçulmana chegaram a Bangladesh.

A crise dos rohingyas começou em 25 de agosto, após um ataque de um grupo insurgente desta comunidade muçulmana contra instalações policiais e militares no estado de Rakhine, no oeste do país, uma ação que foi respondida pelo exército birmanês com uma campanha de repressão que ainda segue em curso.


Fonte: G1

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The Joshua Tree Tour 2017 é escolhida a turnê do ano na Espanha

O U2 - representado por Bono e Adam Clayton - recebeu dois prêmios na noite de sexta-feira, 10 de novembro, no Los40 Music Awards em Madri.
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Primeiro foi o Golden Music Award 2017, uma espécie de prêmio pelo conjunto da obra que foi anunciado no início deste ano. Depois foi a vez da The Joshua Tree Tour 2017 receber o prêmio de Turnê do Ano.

Bono e Adam ambos deram breves discursos ao aceitar cada prêmio. Bono falou um pouco em espanhol e deu um agradecimento especial ao público da Espanha. Adam elogiou a equipe do U2 pelo trabalho durante a turnê.
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Veja mais fotos aqui.

Fonte ATU2

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Bono aparece no ‘Paradise Papers’ por investimento em shopping na Lituânia

Um investimento num shopping na Lituânia colocou o vocalista do U2, Bono, em meio ao escândalo dos “Paradise Papers”. O cantor, cujo nome verdadeiro é Paul Hewson, usou uma empresa baseada na ilha de Malta para pagar por ações de um shopping center em Utena, uma pequena cidade no interior da Lituânia.
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Segundo os documentos revelados pelo jornal britânico “The Guardian”, Bono era um investidor na empresa Nude Estates, que comprou o Aušra Mall por € 5,8 milhões (cerca de R$ 22 milhões) em 2007. Cinco anos depois, o shopping foi transferido para uma empresa em Guernsey, uma pequena ilha no canal da Mancha, chamada Nude Estates 1.

A escolha das ilhas teria sido feita para evitar impostos mais altos. Em Malta, investidores estrangeiros pagam apenas 5% sobre os lucros de empresas, enquanto em Guernsey não há nenhuma taxa. O “Guardian”, destaca, no entanto, que qualquer renda levada de volta ao Reino Unido ou à Irlanda estaria sujeita a impostos.

Segundo o porta-voz de Bono, o músico “era um investidor passivo e minoritário na Nude Estates Malta Ltd, uma empresa legalmente registrada em Malta até sofrer uma liquidação voluntária em 2015. Malta é uma jurisdição bem estabelecida na União Europeia.” Bono também era um investidor minoritário na empresa de Guernsey.

Bono e seus companheiros de banda no U2 já enfrentaram críticas anteriormente pela forma como administram seu dinheiro. Em 2015 ele disse que “o U2 paga uma fortuna em impostos”, após a revelação de que alguns de seus negócios estavam na Holanda, onde os impostos são menores do que na Irlanda.

[ATUALIZAÇÃO]
"Estou muito angustiado, apesar de ser um investidor minoritário e passivo", disse Bono em um comunicado publicado por BBC e The Guardian.

O cantor destacou que os administradores da empresa "lhe garantiram que ela cumpria totalmente com as obrigações fiscais". "De qualquer maneira, celebro estas revelações".

"Levo esta questão muito a sério. Sempre defendi que proprietários de empresas 'offshore' sejam transparentes".


Fonte: O Globo

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U2 anuncia a eXPERIENCE + iNNOCENCE Tour e revela detalhes do novo álbum

A banda irlandesa revelou hoje, 1º de novembro, a capa e o tracklist do seu novo álbum, Songs of Experience, além de compartilhar a canção Get Out Of Your Own Way, com a participação do rapper Kendrick Lamar, retribuindo a colaboração de Bono em “XXX”, faixa do seu álbum “DAWN”.
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O álbum apresenta as faixas anteriormente lançadas You’re The Best Thing About Me, The Blackout e The Little Things That Give You Away.

01 Love Is All We Have Left
02 Lights Of Home
03 You’re The Best Thing About Me
04 Get Out Of Your Own Way
05 American Soul
06 Summer Of Love (possivelmente com Lady Gaga no backing vocal)
07 Red Flag Day
08 The Showman (Little More Better)
09 The Little Things That Give You Away
10 Landlady
11 The Blackout
12 Love Is Bigger Than Anything In Its Way
13 13 (There Is A Light)

Bonus Track

14 Ordinary Love (Extraordinary Mix)
15 Book Of Your Heart
16 Lights Of Home (St Peter’s String Version)
17 You're The Best Thing About Me (U2 vs Kygo)
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A turnê para promover Songs of Experience teve a sua etapa norte-americana também divulgada. A eXPERIENCE + iNNOCENCE Tour começa no dia 2 de maio Oklahoma e faz 15 paradas até terminar no dia 29 de junho em Nova Jersey.

2 de maio - Tulsa, OK, BOK Center
4 de maio - St. Louis, MO, Scottrade Center
7 de maio - San Jose, CA, SAP Center
11 de maio - Las Vegas, NV, T-Mobile Arena
15 de maio - Los Angeles, CA, The Forum
22 de maio - Chicago, IL, United Center
26 de maio - Nashville, TN, Bridgestone Arena
28 de maio - Atlanta, GA, Infinite Energy Arena
5 de junho - Montreal, QC, Bell Centre
9 de junho - Uniondale, NY, Nassau Veterans Memorial Coliseum
13 de junho - Philadelphia, PA, Wells Fargo Center
17 de junho - Washington, DC, Capital One Arena
21 de junho - Boston, MA, TD Garden
25 de junho - New York, NY, Madison Square Garden
29 de junho - Newark, NJ, Prudential Center


Fonte: Rolling Stone

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Songs of Experience: a lista completa de músicas do novo álbum do U2

A relação de músicas a seguir tem tudo para ser a que estará na edição de luxo de Songs of Experience – álbum sucessor de Songs of Innocence, agendado para lançamento em primeiro de dezembro desde ano.
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Além das 13 faixas regulares, o U2 decidiu incluir 3 bônus, incluindo um remix inédito de Ordinary Love – música de 2013, composta para o filme "Mandela: Longo Caminho para a Liberdade", que deu a Idris Elba o Globo de Ouro de Melhor Ator.

Na relação das faixas, apenas uma delas não havia sido ainda comentada por Bono ou The Edge: Love Is Bigger Than Anything In Its Way.

Confira o conteúdo:

1- Love Is All We Have Left

2- Lights Of Home

3- You’re The Best Thing About Me

4- Get Out Of Your Own Way

5- American Soul

6- Summer Of Love

7- Red Flag Day

8- The Showman (Little More Better)

9- The Little Things That Give You Away

10- Landlady

11- The Blackout

12- Love Is Bigger Than Anything In Its Way

13- 13 (There Is A Light)

Bonus tracks:

- Ordinary Love (Extraordinary Mix)

- Book Of Your Heart

- Lights Of Home (St Peter’s String Version)


Fonte:  89 FM e ATU2

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The Joshua Tree Tour 2017 foi vista por quase 3 milhões de fãs

A aclamada turnê The Joshua Tree que comemorou os 30 anos do lançamento do álbum mais bem sucedido da história do U2 chegou ao seu fim com quatro shows espetaculares no Estádio do Morumbi em São Paulo.
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De acordo com o Music News, o lendário grupo formado por Bono, The Edge, Adam Clayton e Larry Mullen Jr obteve um novo recorde no país com a venda de ingressos para os seus shows em São Paulo: mais de 280 mil fãs estiveram presentes nas últimas apresentações em menos de uma semana.

The Joshua Three Tour 2017, produzida pela Live Nation Global Touring, terminou com números fortemente expressivos em sua audiência global: mais de 2,7 milhões de pessoas estiveram presentes nos shows da turnê que contou com 51 shows realizados nas Américas do Norte e Sul, Reino Unido e em outros países da Europa.

O repertório que o U2 apresentou em seus shows não poderia ser mais emblemático: os fãs brasileiros puderam conferir um setlist que incluía, além de seus grandes sucessos, todas as canções de The Joshua Tree.

Cada um dos quatro shows em São Paulo já nasciam com a aura de serem inesquecíveis, até porque a primeira tour de divulgação deste álbum não passou pelo Brasil em 1987.

Claro que os grandes sucessos como Where The Streets Have No Name, I Still Haven’t Found What I’m Looking For e a badaladíssima e romântica With Or Without You sempre tiveram seu lugar cativo nos repertórios da banda, mas não é sempre que os fãs poderiam presenciar um show dos irlandeses algumas verdadeiras pérolas como Mothers Of the Dissappeared, Red Hill Mining Town e Running To Stand Still.

Una todos esses elementos aos visuais em um telão espetacular com resolução 8K repleto de imagens assinadas pelo icônico fotógrafo e cineasta holandês Anton Corbijn. A música do U2 não poderia encontrar um ambiente visual mais sofisticado do que esse para celebrar uma das obras mais importantes do rock.

[ATUALIZAÇÃO]

A Joshua Tree Tour arrecadou, no total, US$ 316 milhões, tendo vendido cerca de 2,7 milhões de ingressos durante os cinco meses em que a banda esteve na estrada. De acordo com a Billboard, esse resultado deixa a turnê da banda irlandesa entre as mais rentáveis de 2017.

Vale notar que apenas na última parada da banda no Brasil, no Estádio do Morumbi, em São Paulo, o U2 fez US$ 32 milhões. Somando os quatro dias na capital paulista, os irlandeses foram assistidos por mais de 278 mil pessoas.


Fonte: The Music Journal Brazil

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Com quatro apresentações no Brasil, o U2 encerra a The Joshua Tree Tour 2017

No último show da turnê da banda irlandesa U2 no Brasil, nesta quarta-feira, 25 de outubro, o baterista Larry Mullen Jr. apareceu novamente com uma mensagem de apoio aos fãs brasileiros. Se apresentando num estádio do Morumbi lotado, Larry surgiu de costas no palco com a frase "Amor, Ordem e Progresso" escrita no verso de sua camisa.
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Nos shows anteriores da turnê de 30 anos do álbum The Joshua Tree, o baterista havia aparecido com a frase "censura nunca mais", e levado a multidão ao delírio. Na última de quatro apresentações, a nova frase também foi bem recebida pelo público.

No palco, a banda seguiu o roteiro dos shows anteriores, dedicando grande parte do show a grandes mulheres. "Women of the world unit", disse a banda ao prestar homenagem a nomes como Irmã Dulce, Maria da Penha, Chiquinha Gonzaga, Tarsila do Amaral e Thaís Araújo.

A apresentação mais uma vez não decepcionou e emocionou os fãs brasileiros enquanto cantavam grandes sucessos de um dos mais célebres albúns da banda, como I Still Haven't Found What I'm Looking For e Where The Streets Have No Name.

No encerramento do show, o vocalista Bono enviou uma mensagem aos fãs ao redor do mundo que de alguma forma estão trabalhando para a construção de um mundo melhor: "Seja nas favelas ou nos campos de refugiados", antes da canção One.


Fonte:  Diário de Pernambuco

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Bono sobre Trump: 'Não acredito em uma palavra que sai da boca dele'

Em entrevista ao "Fantástico" neste domingo, 22 de outubro, o vocalista do U2, Bono, e o baixista do grupo, Adam Clayton, falaram sobre política, corrupção e o novo álbum, Songs of experience, que deve ser lançado em 1º de dezembro. Previsto para sair anteriormente, o disco sofreu algumas alterações para soar mais atual diante de acontecimentos como a eleição de Trump e o Brexit no Reino Unido.
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Clayton, no entanto, diz que o álbum não foi engavetado: "Nós queríamos ver o que aconteceria. Como artistas, era importante ver em qual contexto essas músicas estariam, e fizemos algumas mudanças, mas não muitas. Então estamos prontos para lançá-lo agora", justificou.

Para Bono, estamos vivendo um "apocalipse político e pessoal".

"Queria me aprofundar na escrita dessas novas músicas. Afinal, uma hora você se pergunta: por que alguém precisaria de outro álbum do U2? Há muitos deles por aí. Então, eu tive que torná-lo muito pessoal, você vai ver, muitas músicas são cartas para o nosso público, meus filhos e filhas. Há uma carta à América chamada American Soul", disse o vocalista.
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No Brasil para quatro shows, o grupo apresentou a turnê comemorativa dos 30 anos do álbum Joshua Tree. Segundo Bono, eles não têm planos de fazer outra excursão pelo mundo com esta turnê.

"Este é um show como se não pudéssemos repeti-lo. Foi uma jornada que nós apreciamos, e é difícil dizer adeus, e estamos nos despedindo no Brasil. Isso traz sentimentos estranhos. Não vamos mais tocá-lo, este é o plano, a não ser que haja mudanças", afirmou o músico.
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O vocalista também falou sobre como se mantém informado sobre a questão econômica e política no Brasil:

"Eu cofundei esse grupo chamado ONE Campaing, que combate a pobreza extrema onde quer que exista. Temos quase cem mil membros aqui no Brasil. Então, daquela organização, recebo informações constantes sobre o que está acontecendo".

"Estou interessado em saber como enfrentar o problema da corrupção. A corrupção está em todo o lado, não é apenas no Brasil. Vocês têm alguns problemas sérios aqui, porque é um país rico, e eles chamam isso de maldição de recursos. Quando você tem petróleo, gás, minerais, você atrai todos os bandidos. Na África, eles têm um provérbio: reze para que não descubram o petróleo. Porque traz todos os maus. Mas, assim como uma doença — a corrupção, que mata mais crianças do que a malária —, tem cura. E a cura é transparência."
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O líder do U2 ainda fez críticas a Donald Trump. Perguntado se trabalharia com o atual presidente americano por uma causa nobre, o músico hesitou.

"Devemos desenhar um limite quando se trata de Donald Trump", destacou ele. "Trabalharia com ele, talvez, se eu realmente acreditasse nas suas palavras. Acho que ele se distanciou de forma hostil do próprio partido. Não acredito em uma palavra que sai da boca dele."

Ao fim, o cantor aproveitou para acrescentar que Trump ataca grupo "diretamente": "É pessoal quando ele fala sobre os manifestantes. Ele disse: 'antigamente nós batíamos nesses caras'. Isso é um convite à violência contra quem protesta. Eu nasci protestando. Então, isso foi um ataque pessoal a nós"


Fonte: O Globo

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U2 fica preso no trânsito de SP e decide andar a pé pela cidade

A caminho de uma sessão de fotos na região central da cidade, no último dia 20, a banda irlandesa se viu presa no meio do trânsito da capital paulista e, após um tempo de espera, decidiu continuar o restante do caminho a pé!
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No Instagram, o vocalista Bono registrou a pequena aventura dos quatro integrantes, que estão no país para quatro apresentações em São Paulo. O frontman ainda tira sarro do baixista Adam Clayton por estar de pijama.
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Fonte: Tenho Mais Discos Que Amigos

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U2 pinta São Paulo de vermelho em show lotado

A primeira noite de apresentação do U2 no estádio do Morumbi foi marcada pelo romantismo. As bandeiras políticas, das causas raciais às questões de fronteiras, fizeram fundo para casais se beijando na pista, grupos de amigos revivendo as canções do álbum "The Joshua Tree", que completa 30 anos.
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O show começou sem imagens no telão, apenas instrumento e voz. A banda abriu com "Sunday Bloody Sunday". Foram os primeiros acordes de uma noite pontuada por mensagens de tom político e algumas frases clichê. "Todos vocês podem ser heróis", insistiu Bono.

Entre o show de Gallagher e o do U2, exibiram-se na tela textos de vários autores -nomes como Langston Hughes, Lucille Clifton e Lawrence Ferlinghetti-, cujas vozes também propagaram o ativismo por questões humanitárias que Bono carrega na bagagem.

Eles criticavam os fechamentos das fronteiras, discorriam sobre o papel do homem contemporâneo frente os problemas de convívio, de separação entre as raças e credos.

Ainda no tom engajado, o baterista Larry Mullen Jr. vestiu uma camiseta que estampava "Censura nunca mais".
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Antes de entrar em "In The Name of Love" e depois engatar os principais hits de "Joshua Tree", Bono homenageou Cazuza e Renato Russo.

"Não estou vendo estrelas no céu hoje. Na verdade estou sim, Renato Russo e Cazuza" disse, enquanto o público preparava as lanternas dos celulares, enchendo a arquibancada e a pista de luzes.

Então vieram "Where the Streets Have no Name" e uma versão de "I Still Haven't Found what I'm Looking For" que Bono deixou quase integralmente para a plateia cantar. "With or Without You" nunca foi tão lenta e etérea.

A apresentação foi ficando mais "dark", principalmente com "Bullet the Blue Sky". Houve então uma pausa e um retorno mais dançante e energético, com a projeção de imagens de cores psicodélicas.

"One" esteve no bis e foi saudada com fãs que a entonaram a plenos pulmões.

Veja mais fotos aqui.


Fonte: Folha de São Paulo

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Bono: 'Deixamos que a malvadez do mundo perfurasse Songs of Experience'

Em março de 2016, o U2 estava fora de Dublin, dando continuidade ao seu álbum de 2014, Songs of Innocence. Então as eleições britânicas e americanas abalaram o mundo, atrasando o álbum e introduzindo um tom mais sombrio e diretamente político em algumas de suas letras. “O mundo havia mudado”, disse Bono. “Nós necessitávamos de uma pausa para assimilar a escala dessa mudança”.
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Songs of Experience, décimo quarto álbum de estúdio da banda, está previsto para chegar ao mercado no dia 1º de dezembro. Ele aparece em um momento em que a cultura popular está reunindo sua retidão e resistência – um momento que poderia muito bem ser adequado ao U2, cujas guitarras vibrantes e batidas marciais se tornaram, ao longo dos anos, a assinatura sonora do idealismo específico do rock. Songs of Experience mescla reflexões pessoais com as correntes do mundo como um todo e pede compaixão, empatia e retidão. “Deixamos que a malvadez do mundo perfurasse o álbum”, explicou Bono. “Entretanto, teve de ser ainda muito pessoal”.

“As eleições foram um abalo para o sistema em termos pessoais e um abalo para o sistema em termos políticos não apenas nos Estados Unidos, mas também na Europa. Esta é a minha resposta lírica a ambos os abalos”, acrescentou Bono.

O U2 lançou, no final de agosto, The Blackout como o vídeo de uma performance. É um rock que começa da seguinte maneira: “Os dinossauro se perguntam por que ainda andam sobre a Terra”. E continua: “Será um evento sobre a extinção?”. “Escrevi essa música, falando de democracia, e não de um velho astro do rock”, contou Bono.

Ainda mais consciente de sua condição singular de banda de rock que entrou em sua quinta década de existência com a mesma formação original – e que continua fazendo shows em arenas e estádios lotados –, o grupo reflete constantemente sobre o passado e sua determinação de ir em frente.

Quando o U2 lançou Songs of Innocence, imediatamente prometeu uma continuidade com um título que os leitores do poeta William Blake poderiam esperar: Songs of Experience. Mas Songs of Experience não é exatamente uma continuidade. É tão autobiográfico quanto o U2 sempre foi, inclusive uma canção que se intitula Iris, o nome da mãe de Bono, e outra que cita a rua onde ele cresceu, Cedarwood Road. Em contraste, Songs of Experience retoma os temas mais amplos que enchem o catálogo do U2: amor, medo, mortalidade, responsabilidade e esperança.

Muitas de suas músicas, disse Bono, são como cartas endereçadas a um destinatário específico: a família, os amigos, o público, os Estados Unidos. Acima de tudo, o novo álbum postula “a alegria como um ato de desafio”, disse Bono.

As novas canções vagueiam dos hinos de arena do U2 aos hinos celestiais, ecos do rock dos anos 1950 e vislumbres da música disco e new wave.

Para Songs of Experience, Bono e o guitarrista da banda, The Edge, afirmaram que ouviram mais inovação fora do rock do que dentro dele: no R&B, hip-hop e pop.“Ver o fim de um certo tipo de composição, particularmente no rock, fez a banda determinar que teria de ir para lá”, contou Bono.

The Edge expôs um critério mais simples: “Neste disco, pensamos: Será que vai ser tocado por pessoas em uma van daqui a 25 anos?”.

Songs of Innocence foi lançado como álbum gratuito que, de repente, apareceu nas bibliotecas dos usuários do iTunes do mundo inteiro e, contudo, foi recebido por muitos não como um presente, mas como uma invasão de suas coleções de músicas particulares – em um exercício de arrogância, e não de generosidade. Entretanto, os integrantes da banda acreditam que o fato de ter sido dado apresentou o U2 aos fãs mais jovens que eles veem em meio ao público dos shows mais recentes.

Songs of Experience está sendo apresentado mais como um álbum da velha escola lançado pelos canais normais. O U2 andou tocando uma de suas músicas, The Little Things that Give You Away, na turnê Joshua Tree, e acaba de lançar o primeiro single de estúdio do álbum, You’re the Best Thing About Me. Uma canção mais direta sobre o amor como tudo no repertório do U2 – inspirada, afirma o pessoal da banda, no exemplo das canções da gravadora Motown, embora soe muito diferente.

“Você lança uma música sobre sua namorada enquanto o mundo está pegando fogo?”, perguntou Bono, antecipando uma reação: “Sim. A alegria é um ato de defesa”.


Fonte: Estadão

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Bono se reúne com Macri na Argentina e defende investir em educação para mulheres: 'Pobreza é sexista'

Bono, líder do U2, visitou nesta segunda-feira, 9 de outubro, o presidente argentino, Mauricio Macri, na véspera do primeiro de dois shows do grupo na Argentina.
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Em vídeo divulgado por Macri, Bono disse que eles conversaram, entre vários assuntos, sobre investimento em educação para mulheres.

"Falamos sobre educação, especialmente sobre a educação das mulheres. Sabemos que a pobreza é sexista, e que se levarmos as mulheres e a educação feminina a sério podemos progredir muito".

Ele também diz que conversou sobre o ativista desaparecido Santiago Maldonado. O caso repercutiu na Argentina pois Santiago sumiu durante ação policial em um protesto de grupo indígena, e o governo Macri está sendo cobrado pelo tema. "Senti que o presidente está levando isso a sério", diz Bono.
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A banda chegou a Buenos Aires para a turnê "The Joshua Tree World Tour 2017", que celebra 30 anos do emblemático álbum e que já passou por México e Colômbia. O U2 também fará shows no Chile e no Brasil.

Bono se reuniu com Macri na Casa Rosada, onde o músico já havia estado em suas visitas anteriores à Argentina, com os então presidentes Néstor Kirchner, em 2006, e Cristina Kirchner, em 2011.

Não é a primeira vez que Bono e Macri se reúnem. Eles já haviam tido um encontro informal em setembro de 2016 durante a abertura da Clinton Global Initiative em Nova York.


O conjunto, integrado pelo guitarrista The Edge, o baixista Adam Clayton e o baterista Larry Mullen Jr, fará dois shows, na terça e na quarta-feira, no Estádio Único de La Plata (60 km ao sul), mesmo local onde aconteceram os shows de 2011.

Antes, em 1998 e 2006, U2 tocou no estádio Monumental de Buenos Aires.

Em 1998, a banda irlandesa, conhecida por seu compromisso com causas humanitárias, visitou as Mães da Praça de Maio, cujos filhos desapareceram na ditadura (1976-1983). Elas foram convidadas para os shows e foram homenageadas no palco.

Veja mais fotos aqui.


Fonte: G1

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U2 cita frase de García Márquez durante show no México após terremotos

"Como disse Gabriel García Márquez: 'o espírito do México jamais será quebrado'", disse Bono, vocalista do U2, para as 65 mil pessoas que assistiram ao primeiro show da banda irlandesa na capital mexicana, duas semanas após um devastador terremoto. 
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A banda iniciou pela Cidade do México sua turnê pela América Latina comemorativa do 30º aniversário do álbum "The Joshua Tree", dedicando vários momentos do concerto a confortar a população mexicana, abalada por dois mortais terremotos em apenas quinze dias.

No dia 7 de setembro, um tremor de 8,2 graus sacudiu o sul do México, e doze dias depois outro abalo, de 7,1 graus, atingiu o centro do país, principalmente a Cidade do México. Os dois terremotos deixaram mais de 400 mortos e milhares de pessoas sem residência.

Em um gesto de solidariedade, o U2 anunciou que parte da renda dos seus dois concertos no México será revertida para a manutenção de abrigos de emergência para 2 mil famílias. "Acendam as luzes, vamos ver as luzes esta noite! Todos unidos! Irmãos, irmãs, primos, tias. A alma do México!" - disse Bono em inglês após interpretar o clássico "Bad", que mesclou com as primeiras notas da popular canção mexicana "Cielito lindo".
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A banda, integrada ainda pelo guitarrista The Edge, o baixista Adam Clayton e o baterista Larry Mullen Jr, também dedicou um momento para recordar as vítimas do massacre de domingo em Las Vegas, durante um festival de música country, quando um atirador deixou 59 mortos e mais de 500 feridos. Com "Sunday Bloody Sunday" tocando ao fundo, Bono gritou várias vezes "No more, Las Vegas! No more, Espanha!", em referência à violência policial contra o referendo de independência da Catalunha, no domingo.


Fonte: Correio do Povo

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Bono fala sobre como a eleição do Donald Trump influenciou o próximo álbum do U2

Pouco antes de The Edge falar com a Rolling Stone, a revista enviou diversas perguntas via e-mail para o vocalista do U2, Bono. Como era um intervalo entre os shows o cantor não queria forçar sua voz conversando ao telefone.
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Vocês passaram os últimos meses tocando o álbum The Joshua Tree em turnê enquanto também colocavam os toques finais no novo álbum. A turnê teve um impacto sobre como vocês pensaram Songs of Experience?

Há algumas razões pelas quais atrasamos o lançamento de Songs of Experience. Uma pessoal, uma política. O mundo à nossa volta que nós conhecíamos estava realmente mudando, quase perdemos a União Europeia, algo que ajudou a manter a paz na nossa região durante quase 70 anos. A globalização substituída pela localização é algo compreensível, mas o retorno de pontos de vista rígidos não é para ser tolerado.

O mesmo tipo de descontentamento nos Estados Unidos com a ascensão de um novo tipo de eleitorado, as pessoas na esquerda e direita que perderam a fé no processo político, o corpo político, em instituições políticas. Estes sentimentos são facilmente manipulados e executados pelos gostos de Donald Trump.

Pela primeira vez em muitos anos, talvez em toda nossa vida, o arco moral do universo, como o Dr. King costumava chamá-lo, não estava se inclinando na direção da justiça, igualdade e justiça para todos. A democracia é um desafio na história e requer muito foco e concentração para mantê-la intacta.

The Blackout se inicia falando sobre esta vida, sobre um apocalipse mais particular, alguns eventos na minha vida que mais me fizeram lembrar da minha mortalidade, mas depois segue para a distopia política para qual estamos indo agora. "Dinosaur, wonders why it still walks the earth. A meteor promises it's not going to hurt", teria sido uma linha engraçada sobre uma estrela do rock envelhecida. É um pouco menos engraçado se estamos falando de democracia e velhas certezas - como a verdade. O segundo verso "Statues fall, democracy is flat on its back, Jack. We had it all and what we had is not coming back, Zac. A big mouth says the people they don't want to be free for free. The blackout, is this an extinction event we see?". Vai direto ao grande quadro do que está em jogo no mundo agora.

Há uma música chamada Get Out Of Your Own Way, onde eu tentei usar alguma ironia para refletir a raiva nas ruas: "Fight back, don't take it lying down you've got to bite back. The face of liberty is starting to crack, she had a plan until she got a smack in the mouth and it all went south like freedom. The slaves are looking for someone to lead 'em, the master's looking for someone to need him. The promised land is there for those who need it most and Lincoln's ghost says get out of your own way".

Muitos de seus álbuns foram feitos com um único produtor ou uma equipe com Brian Eno e Daniel Lanois. Por que vocês mudaram isso e trabalham com tantos produtores diferentes em único álbum?

Desde The Joshua Tree, acho que não fizemos um álbum com menos de quatro produtores. Embora Flood não seja creditado como um produtor em Joshua Tree. Em Achtung Baby ele foi creditado como um produtor, juntamente com Eno, Lanois e Steve Lillywhite. Quatro produtores parecem ser o caminho para nós, um para cada membro da banda. A propósito, isso é uma piada. Acho que na verdade há cinco neste aqui.

Há alguns meses, você foi crítico em relação à produção em Songs of Innocence dizendo que faltava "coerência", "deveria ter sido mais cru" e que algumas das músicas funcionaram melhor ao vivo. O que vocês fizeram dessa vez para ter certeza que não aconteceria de novo?

Thomas Friedman em seu livro Thank You For Being Late fala de como as máquinas quando são colocadas em espera, cessam a produtividade, mas os seres humanos quando eles são colocados em espera, começam um tipo diferente de produtividade. A pausa em nosso álbum nos deu uma chance de tocar nossas músicas ao vivo no estúdio, deixá-las mais despidas para uma crueza essencial, sem qualquer truque de estúdio para ver o que realmente nós tínhamos.

No Tonight Show você adicionou letras para Bullet the Blue Sky que foram sem dúvida alguma para Trump. Significa que você se tornará (ainda mais) a voz sobre os perigos que ele representa para o mundo?

É um ponto de partida, sempre acreditei em trabalhar em todo este corredor estreito como um ativista contra a pobreza, mas isso não é uma questão de direita ou esquerda. Há um provocador no cargo querendo intimidar e o silêncio não é uma opção.

Quais são os temas comuns que unem as músicas em Songs of Experience?

Tento não falar muito sobre William Blake porque soa pretensioso citar um gigante literário, mas foi sua grande ideia que peguei para comparar a pessoa que nos tornamos através da experiência à pessoa que partiu em uma jornada. Se você está falando sobre a inocência, você provavelmente já a perdeu, mas acredito que no extremo da experiência, é possível recuperá-la com sabedoria. O pouco que eu tenho, queria colocar nestas músicas. Sei que o U2 entra em cada álbum como se fosse o último, mas mais ainda desta vez queria que as pessoas ao meu redor que eu amo, soubessem exatamente como me sentia. Então, muitas das canções são tipo cartas, cartas para Ali, cartas para meus filhos e filhas, na verdade nossos filhos e filhas.

Há uma canção chamada The Showman que é uma carta para o nosso público, é meio que sobre os artistas e como você não deve confiar muito neles. É sobre mim! Há uma linha engraçada, que particularmente acho engraçada: "I lie for a living, I love to let on but you make it true when you sing along?".

E uma que não percebi até muito mais adiante, que estava escrevendo para mim mesmo: The Little Things That Give You Away. Em todas essas músicas, que são tipos de conselhos, você está, naturalmente, pregando o que você precisa ouvir. Em Little Things, a inocência desafia a experiência: "I saw you on the stairs, you didn't notice I was there, that's cause you were busy talking at me, not to me. You were high above the storm, a hurricane being born but this freedom just might cost you your liberty".

No final da canção, a experiência se rompe e admite seus medos mais profundos, sendo chamada para por seu eu mais jovem, mais corajoso, mais ousado. Essa mesma conversa também abre o álbum com uma canção chamada Love Is All We Have Left. Minha linha de abertura favorita para um álbum do U2: "There's nothing to stop this being the best day ever". No segundo verso, a inocência adverte a experiência: "Now you're at the other end of the telescope, seven billion stars in her eyes, so many stars so many ways of seeing, hey, this is no time not to be alive".

É um momento arrepiante - no refrão que estava fingindo ser Frank Sinatra cantando na lua, uma canção de Sci-Fi inflamada: "Love, love is all we have left, a baby cries on the doorstep, love is all we have left".


Fonte: Rolling Stone
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The Edge fala sobre Songs of Experience e a "experiência com a mortalidade" de Bono

O guitarrista do U2, The Edge, conversou com a Rolling Stone em Indianápolis, Indiana, sobre o longo caminho para Songs Of Experience, a turnê em arenas no próximo ano e a "experiência com a mortalidade" de Bono.
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Vocês começaram a trabalhar em Songs Of Experience em 2014, e voltaram a fazer shows do seu lançamento. O mundo mudou muito desde então. Como isso mudou o foco e o propósito do álbum?

O que quisemos fazer foi voltar e ver como nos sentiríamos lançando o disco em um mundo que tinha dado uma grande guinada em uma direção diferente. Porém, as mudanças que ocorreram foram predominantemente nas letras, em alguns casos elas foram bastante sutis.

Como vocês escolhem entre as músicas? Qual é o processo?

Lentamente começamos a colocar as músicas base em seus lugares e depois preenchemos ao redor delas e obtemos as faixas para a identidade geral do álbum. Uma das melodias inovadoras foi The Lights in Front of Me, que agora é chamada de The Lights of Home.

No caso de You're The Best Thing About Me, estávamos realmente animados com mixagem que tínhamos há seis semanas. Então começamos a discutir sobre como iríamos tocá-la ao vivo e voltei para algumas demos antigas e encontrei uma que tinha feito em um momento em que estávamos experimentando ideias de arranjo diferentes. Foi uma experiência que não havíamos buscado e pensei: "esta seria uma boa abordagem se a gente tocá-la ao vivo", e foi o que fizemos no programa de Jimmy Fallon. É uma abordagem desenvolvida com algumas guitarras novas.

Então Bono entrou no estúdio para ouvi-la e disse: "É uma música melhor agora. Não posso explicar o por que, mas eu estou sentindo algo saindo disso". Então, trabalhamos rapidamente em dois dias para transformá-la em um single e levá-la a todos para a audição e considerações. Acabamos concordando que a simplicidade, a crueza disto, oferece um contrapeso para a letra e melodia, que é muito clássica. De alguma forma a música parece melhor - e foi feita totalmente de última hora.

Vocês já finalizaram o álbum?

Temos a ordem de execução definida, o título, mixagens que estão de acordo, pequenas nuances onde queremos fazer pequenas mudanças. Então, sim, está absolutamente pronto para ir para o último polimento. Estamos muito satisfeitos com ele.

Você falou sobre uma "experiência com a mortalidade" de Bono. Pode contar um pouco sobre isso?

Estávamos no processo de fazer o álbum e isso meio que influenciou a direção lírica e onde terminou. Foi uma citação vinda de Brendan Kennelly. Ele é um poeta irlandês e uma vez ele nos disse que sempre achou útil escrever como se você estivesse morto. A dedução é que isso livra você de ter que se justificar mais tarde ou ser delicado ou ser outra coisa senão uma expressão pura de sua essência e o que é crucial para você.

Bono pegou essa ideia e escreveu um monte dessas letras como cartas para certas pessoas que são pessoas muito importantes em sua vida, sendo os fãs do U2, sua família, amigos... Ele estava pensando: "se eu não estiver por perto, o que eu gostaria de deixar para trás?". Acho que claramente o levou a um lugar onde ele queria escrever sobre as coisas essenciais. Claro, no momento em que terminou o registro, o aspecto político começou a ser trazido novamente para ele, por isso tornou-se uma síntese de letras muito pessoais com referências políticas sobre o que está acontecendo.

As primeiras linhas de The Blackout falam "Um dinossauro se pergunta por que ele ainda caminha pela Terra". É sobre ser uma banda de rock em 2017?

Acho que é isso, mas ele também está falando sobre onde vamos a partir daqui e acho que há mais de um aspecto político e há também uma referência à Donald Trump. O que é divertido sobre algumas dessas músicas é que há duas músicas acontecendo quase em paralelo.

Vocês irão lançar este disco de uma maneira tradicional?

Neste momento estamos muito empenhados em lançar ele em cooperação com todas as partes interessadas no negócio de lançamento de música, ao invés de alguma nova experiência, como fizemos no último disco, encontrar uma única forma de lançamento e ficar por trás daquilo.

Então no dia do lançamento estará disponível no Spotify, Apple, Tidal...

Sim, estamos trabalhando com toda essa gente.

Sabemos que vocês irão voltar para as Arenas na turnê no próximo ano.

O que temos agora são fortes suposições de trabalho, em vez de um plano concreto. Tocaremos em arenas no próximo ano, promovendo o álbum. Vamos tocar na América do Norte e Europa e provavelmente mais longe também.

Já pensaram sobre o setlist, ou ainda está longe para isso?

Não estamos nessa fase. O que é interessante é que temos esses dois álbuns que são companheiros: Songs of Innocence e Songs of Experience. Poderíamos fazer uma turnê só com esses dois álbuns. Isso seria uma proposta interessante. Provavelmente não é o que nós vamos fazer, mas há opções muito interessantes para explorar. Gostaria de tocar Songs of Innocence novamente, porque não fizemos tantos shows da última vez como poderíamos ter feito, e acho que é um show que realmente funcionou. Adoraria fazer mais.

Vocês podem não tocar canções de The Joshua Tree para ser algo diferente na próxima turnê?

Se você realmente pensar sobre isso, seria uma boa ideia fazer uma pausa ao fim desta turnê. Temos um monte de músicas e gostamos de descansar elas de vez em quando, porque às vezes elas começam à ir para um lugar onde começam a perder a sua ressonância mais profunda. O aspecto emocional de qualquer canção do U2 é o ponto de partida. Você nunca quer estar em uma situação em que você está tocando uma música em que se sente como se estivesse fazendo isso por rotina.

Este ano é o 20º aniversário do álbum POP. Você está ciente do culto que cresceu em torno dele na comunidade de fãs do U2?

Amo o disco e acho que há algumas grandes coisas nele. Mas no momento em que foi lançado, nos escapou um pouco porque foi feito de forma apressada. Já tínhamos marcado a turnê e se tivéssemos mais tempo acho que todos nós sentimos que teria sido melhor finalizado. Começamos tentando fazer um disco de cultura dance e, em seguida, percebemos que no final havia coisas que podíamos fazer que nenhum produtor de música eletrônica EDM ou artistas poderia fazer, então resolvemos tentar e obter as duas maneiras. Nesse caso, provavelmente fomos longe demais na outra direção. Nós provavelmente precisávamos permitir um pouco mais da eletrônica para sobreviver.

Canções como Please e Gone envelheceram muito bem.

Amo essas duas músicas. Gosto até mesmo de Wake Up Dead Man. Adoro essa melodia. Uma das músicas que eu estava tentando persuadir todos a tocar na última turnê foi The Playboy Mansion. POP é um grande disco. Estava muito orgulhoso dele até o final da turnê. Finalmente descobrimos isso quando fizemos o DVD. Foi um show incrível que estou realmente orgulhoso.


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U2 cancela show no Missouri após tensos protestos

A banda de rock U2 cancelou um show marcado para este sábado, 16 de setembro, em St. Louis, no Missouri, onde a polícia disse estar sobrecarregada devido às manifestações desde sexta-feira pela absolvição de um ex-policial branco pela morte de um homem negro. A banda irlandesa e a empresa de entretenimento Live Nation anunciaram o cancelamento do show em um comunicado, argumentando preocupação pela segurança de seus fãs.
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"Fomos informados pelo Departamento de Polícia de St. Louis que não estão à disposição para dar a proteção habitual a nosso público, como seria esperado em um evento desta magnitude", disseram. "Não podemos colocar em risco a segurança de nossos fãs oferecendo o show desta noite. Apesar de lamentarmos muito o cancelamento, sentimos que é a única opção aceitável na situação atual".

Na sexta-feira, um juiz de St. Louis absolveu o ex-oficial de Polícia Jason Stockley das acusações de assassinato de Anthony Lamar Smith, suposto traficante de drogas que morreu após uma perseguição policial em 2011. Centenas de pessoas foram às ruas para se manifestar pacificamente depois do veredicto, mas a situação ficou violenta na sexta à noite e as forças de ordem utilizaram bombas de gás lacrimogêneo para dispersar a multidão. Dez policiais ficaram feridos e 23 pessoas foram detidas durante os acontecimentos, segundo a polícia local.

O cantor Bono lamentou pelo ocorrido através do perfil da banda no Instagram: "Profundamente entristecido com o que aconteceu em St. Louis e por termos que cancelar o show esta noite. Eu me encontrei lendo o discurso do Dr.(Martin Luther) King na Catedral Nacional e me perguntei se isso é 1968 ou 2017?", questionou.
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Fonte: Correio do Povo

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